Sinopsis

Uma conversa sobre os fatos da semana com o espírito informal da sexta-feira. Com Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Gustavo Medina e também convidados.

Episodios

  • A tolerância com a violência contra a mulher é muito grande na nossa sociedade

    'A tolerância com a violência contra a mulher é muito grande na nossa sociedade'

    16/10/2020 Duración: 01h05min

    O trio do Fim de Expediente conversou com a jornalista Ana Paula Araújo. O tema, violência contra mulher e o lançamento de seu livro 'Abuso: A cultura do estupro no Brasil'. Foram mais de 100 entrevistas feitas e quatro anos até a conclusão. 'A sociedade como um todo tem que entender que isso é crime, que não é normal', critica. Ela contou que sua inspiração para o livro foi a indignação com a violência diária que as mulheres sofrem. 'Quando a gente pensa em estupro, remete à violência física, mas toda mulher que já usou transporte público já sofreu algum tipo de abuso alguma vez na vida.'

  • Fazer o primeiro show da vida de alguém é inacreditável de lindo

    'Fazer o primeiro show da vida de alguém é inacreditável de lindo'

    09/10/2020 Duración: 01h03min

    A cantora e compositora Adriana Calcanhotto esteve no Fim de Expediente para a conversa desta sexta-feira. A artista falou sobre seus projetos musicais e a sua produção na pandemia, quando lançou um CD. 'Eu acordava com uma energia de botar a mão na massa, ajudar as pessoas. Fiz uma canção por dia', comenta. Ela lembrou do projeto Partimpim', sua 'versão' para crianças: 'fazer o primeiro show da vida de alguém é inacreditável de lindo'. Calcanhotto contou, ainda, do seu encontro com Renato Russo, quando cantaram juntos 'Esquadros'.

  • Guedes está desmoralizando o liberalismo

    'Guedes está desmoralizando o liberalismo'

    02/10/2020 Duración: 01h11min

    Carlos Alberto Sardenberg foi o convidado do Fim de Expediente desta sexta-feira. Filósofo por formação, virou jornalista por acidente e se tornou um especialista em economia, um dos assuntos comentados por ele. 'Estou decepcionado com o trabalho da equipe econômica do governo Bolsonaro. Como se apresentam como liberais, já viu, né? [o liberalismo] Vai ficar marcado', diz. Sardenberg fez ainda uma reflexão sobre a política e o jornalismo. 'O momento de virada foi o Mensalão. Teve uma mudança muito importante de entendimento das questões jurídicas. Foi uma mudança no jornalismo, ficou mais sério', opina.

  • Nunca vou me perdoar por ter errado aquele arremesso

    'Nunca vou me perdoar por ter errado aquele arremesso'

    25/09/2020 Duración: 01h12min

    Essa é a confissão de Oscar Schmidt sobre o erro do arremesso decisivo na Olímpiada de Seul, em 1988. O ídolo ex-jogador de basquete é o nome do Fim de Expediente desta sexta-feira. Oscar bateu um papo sobre o esporte e a sua vitoriosa carreira. Ele relembrou o Pan-Americano de 1987, na histórica final quando o Brasil venceu os Estados Unidos. 'É o meu maior feito. Antes do Pan-Americano, ninguém que jogasse na NBA poderia jogar uma Olimpíada e essa regra mudou graças à nossa vitória lá dentro nos EUA', comenta.

  • Há pessoas que eram tolas antes da pandemia, continuam sendo durante e persistirão após

    'Há pessoas que eram tolas antes da pandemia, continuam sendo durante e persistirão após'

    18/09/2020 Duración: 01h09min

    Pandemia, sociedade e política. Temas cada vez mais complexos e que precisam da explicação de Mário Sérgio Cortella. O filósofo e comentarista da CBN é o nome do Fim de Expediente desta sexta-feira. Ele fez uma reflexão sobre a forte polarização ideológica escancarada durante a pandemia. 'Nós já estávamos dentro dessa vibração. A pandemia não gerou a exacerbação disso, mas foi também uma ocasião para aquilo que já estava na rota', diz. Mas Cortella se surpreende com alguns debates que estão sendo evocados na sociedade: 'não imaginei que a gente na passagem do ano pudesse pensar em feliz ano velho'.

  • Problemões também podem trazer satisfação

    'Problemões' também podem trazer satisfação

    11/09/2020 Duración: 01h08min

    O Fim de Expediente recebe a diretora de teatro e cinema Bia Lessa, que relembra episódios de sua carreira e fala sobre o momento de pandemia. Ela afirma que sempre se sentiu mais motivada ao adaptar obras complexas para os palcos: 'vou tendo o entendimento da minha própria vida, tenho certeza que isso me enriquece'. Ela comenta, ainda, que existe atualmente uma 'guerra' contra a cultura, mas avalia que a população pode sair desse momento fortalecida.

  • Tinha a sensação de que o Ira! nunca mais ia voltar a tocar

    'Tinha a sensação de que o Ira! nunca mais ia voltar a tocar'

    04/09/2020 Duración: 01h08min

    O canhoto guitarrista brasileiro Edgard Scandurra, integrante da banda de rock Ira!, é o convidado de Dan Stuballch, Teco Medina e Zé Godoy nesta sexta-feira. Um papo sobre o rock no Brasil e o novo disco da banda lançado em 2020. É o primeiro álbum do Ira! depois 13 anos. 'É muito especial, porque o Ira! teve uma parada drástica em 2007 e a princípio se tinha uma sensação de que a gente nunca mais ia voltar a tocar', lembra Scandurra. Para ele, o rock, que já foi o principal gênero musical no país nos anos 80, hoje passa por um momento de transição: 'o rock agora cede espaço para outros tipos de música'.

  • Esporte não é só competitivo, é saúde, é lazer, é social, é educação

    'Esporte não é só competitivo, é saúde, é lazer, é social, é educação'

    28/08/2020 Duración: 01h10min

    O Fim de Expediente abriu o microfone para o nadador campeão olímpico César Cielo. Ele contou histórias sobre a sua carreira e analisou a importância do esporte para a sociedade. 'Eu tento mostrar para o brasileiro que o esporte não é só competitivo, mas é saúde, é lazer, é social, é educação, um baita meio de ascensão social', disse. Cielo lembrou das Olimpíadas de 2008, quando foi campeão e bateu o recorde olímpico: 'mas a minha medalha de bronze é a preferida'. O nadador considera que o bronze, pré-medalha de ouro naquela competição, foi o que virou a chave para a conquista.

  • O futebol não está na mão dos jogadores

    'O futebol não está na mão dos jogadores'

    21/08/2020 Duración: 01h11min

    O ex-jogador Roque Júnior é o convidado do trio do Fim de Expediente nesta semana. O ex-zagueiro saiu de casa aos 14 anos para jogar futebol, conquistou a Copa do Mundo em 2002, e hoje trabalha como dirigente. 'Como jogador, você tem uma preocupação muito mais individual e do outro lado, como diretor, tem que pensar no todo', analisa. Roque criticou, ainda, a pressão em cima dos atletas: 'quem está de fora tem uma ideia muito simplista do futebol'. E a luta contra o racismo também é uma das marcas de sua vida. 'Venho de uma família que lutou muito contra o racismo. Eu tinha uma consciência muito grande do que é ser negro no Brasil e como lutar', afirma.

  • Fui parar na crônica de um maneira acidental, assim como no roteiro, atrás de grana

    'Fui parar na crônica de um maneira acidental, assim como no roteiro, atrás de grana'

    14/08/2020 Duración: 01h09min

    Antônio Prata é o convidado do Fim de Expediente. O escritor, cronista e roteirista falou sobre a sua carreira e o momento político do país. O livro infantil 'Jacaré, não!' é uma das suas obras mais valorizadas e ele comemora: 'é a minha maior glória literária. Sou parado na rua por pais e crianças'. Na pandemia, Prata criou o projeto 'Sala de Roteiro' com o cineasta Fernando Meirelles e afirmou ser 'a coisa mais divertida que ele já fez'. Já sobre o Brasil, o escritor vê com olhos inseguros o futuro do país: 'eu estou assustado, com medo de para onde isso vai'.

  • A cidade que eu amo, pela qual tenho uma paixão, é Beirute

    'A cidade que eu amo, pela qual tenho uma paixão, é Beirute'

    07/08/2020 Duración: 01h07min

    O jornalista e comentarista de política internacional Guga Chacra é o convidado desta sexta-feira no Fim de Expediente. Além de ser um especialista em Oriente Médio, tem também suas raízes ligada ao continente, no Líbano. Beirute, a capital, sofre as consequências de uma forte explosão em um armazém no porto. Ele define: 'uma cidade mágica e trágica'. Guga mora em Nova York desde 2005 e descreveu também as dificuldades da pandemia na cidade norte-americana: '800 mortos por dia, sinal de ambulância, hospital de campanha no Central Park, os corpos sendo colocado em frigoríficos. Um período muito difícil'.

  • A gestão Bolsonaro não disse para que veio no campo da educação

    'A gestão Bolsonaro não disse para que veio no campo da educação'

    31/07/2020 Duración: 01h09min

    O papo no Fim de Expediente é educação e para comentar o assunto, Mozart Neves Ramos é o convidado desta sexta-feira. Mozart é educador, químico, escritor e foi secretário estadual de Educação, em Pernambuco, entre 2003 e 2007. Ele criticou a gestão do MEC de Abraham Weintraub: 'passamos um ano e meio sem uma coordenação nacional, agora, temos que correr contra o tempo'. O ex-secretário comemorou também a aprovação do Fundeb na Câmara. 'Não aprovar seria um desastre para a educação brasileira', afirmou.

  • A questão da objetificação da mulher tirou o sentido de existir revistas como aquelas que eu trabalhava e eu concordo

    'A questão da objetificação da mulher tirou o sentido de existir revistas como aquelas que eu trabalhava e eu concordo'

    24/07/2020 Duración: 01h10min

    Bob Wolfenson é o nome do Fim de Expediente. Em sua terceira participação na história do programa, o fotógrafo comentou sobre os seus 50 anos de carreira e os projetos que realizou durante a pandemia. Um deles foi reapresentar 'Nosoutros'. Ele, em parceria com as filhas, produziu um vídeo com as fotos projetadas em um prédio na cidade de São Paulo. Mas sua carreira é marcada também por polêmicas envolvendo registros de mulheres desnudas. Ele concorda que não exista mais espaço para esses tipos de ensaio, mas contrapôs o seu trabalho: 'aquela foto está transcendo aquela coisa machista do corpo da mulher ser um objeto, mas pode ser também uma justificativa para eu me safar'.

  • Resgatar o futuro das mãos da extrema-direita é fundamental para termos um presente

    'Resgatar o futuro das mãos da extrema-direita é fundamental para termos um presente'

    17/07/2020 Duración: 01h08min

    O Fim do Expediente recebeu a escritora Eliane Brum, que falou sobre o Movimento #LiberteoFuturo. Ela explica que o projeto, que nasceu durante a pandemia, visa lutar pelo futuro do presente. O movimento é horizontal e se inspira no poeta Élio Alves da Silva, pescador no Xingu. O objetivo é "começar a libertar a imaginação para poder usar o silêncio imposto pela pandemia para criar um outro tipo de sociedade, diferente dessa que vende uma normalidade mortífera", explicou.

  • Nós achávamos que bastava a redemocratização do Brasil para que se conseguisse avançar socialmente

    'Nós achávamos que bastava a redemocratização do Brasil para que se conseguisse avançar socialmente'

    10/07/2020 Duración: 01h10min

    Já no clima do 13 de julho, Dia Mundial do Rock, o trio do Fim de Expediente conversou com Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial. Dinho se tornou parte da banda muito novo, aos 19 anos, e faz uma avaliação do seu início: 'Peguei o rock de Brasília já voltado para o país. Acho, hoje, que teria sido melhor que eu tivesse tido mais tempo'. Uma das marcas do Capital era o posicionamento político nas letras das músicas. Ele relembra o momento com um pouco de descrença no país. 'Havia essa áurea romântica em nós que estávamos fazendo algo em benefício da cidadania brasileira', diz.

  • Eu não sou melhor nem pior que ninguém, mas eu quis mais que muita gente

    'Eu não sou melhor nem pior que ninguém, mas eu quis mais que muita gente'

    03/07/2020 Duración: 01h10min

    O Fim de Expediente recebeu a jornalista Fernanda Gentil para o bate-papo de sexta-feira. Ela contou da sua programação especial nas redes sociais durante a quarentena, como o 'Terapia de Graça'. Para ela, foi uma forma de ressignificar esse momento. 'Se a gente não usar isso para o bem, a gente não entendeu foi nada', disse. Foram dez anos no esporte e, agora, ela está completando o primeiro no entretenimento. Ela comentou sobre o protagonismo de mulheres no jornalismo esportivo e falou que era um sonho chegar ali: 'eu me esforcei muito, não tinha outra opção'.

  • Eu achava que era um pop só para agradar aqueles vinte amigos da praia

    'Eu achava que era um pop só para agradar aqueles vinte amigos da praia'

    26/06/2020 Duración: 01h10min

    Evandro Mesquita é o convidado do Fim de Expediente. O cantor, compositor e ator contou um pouco da história de sua longa carreira como artista e da banda Blitz. Em seu início, Evandro participou do clássico teatral 'Asdrúbal Trouxe o Trombone', em 1970, em meio à ditadura militar e à censura. Ele comemora: 'foi um momento de conquista'. Sobre a Blitz, surgida em 1980, também no contexto da ditadura, lembra que a banda fazia letras mais leves e menos políticas. 'A gente foi na contramão. Não tinha nada na rádio falando tão claramente para a juventude.'

  • As pessoas estão se dando conta que não dá para se informar pelo WhatsApp da tia Neide

    'As pessoas estão se dando conta que não dá para se informar pelo WhatsApp da tia Neide'

    19/06/2020 Duración: 01h09min

    Dan Stullbach, José Godoy e Luiz Gustavo Medina receberam Mariliz Pereira Jorge, jornalista, escritora e colunista da Folha de São Paulo. Mariliz falou da sua carreira, a vida na quarentena e sobre o conteúdo de suas colunas. 'A sensação é que ninguém está lendo nada que não seja política', diz ela. E a pauta também foi política no Brasil. A jornalista comentou sobre fake news e o bolsonarismo. 'Acho que os radicais bolsonaristas ainda vão fazer muito barulho.'

  • O atleta tem que entender que o que importa é sua atitude

    'O atleta tem que entender que o que importa é sua atitude'

    12/06/2020 Duración: 01h08min

    O trio do Fim de Expediente conversa com o ex-jogador de futebol Alex, ídolo de times como Coritiba, Palmeiras, Cruzeiro e Fenerbahçe. Ele relembra momentos de sua trajetória, que diz ter sido pautada pelo respeito a companheiros e adversários. 'Quando se encerra a carreira, o que fica é a atitude enquanto jogador', afirma. Alex também fala sobre sua vida pessoal e comenta que pensa em se tornar técnico. Ouça a conversa.

  • Autobiografia é ensaio sobre sorte de Nelsinho, diz Nelson Motta sobre próxima obra

    'Autobiografia é ensaio sobre sorte de Nelsinho', diz Nelson Motta sobre próxima obra

    05/06/2020 Duración: 01h07min

    O Fim do Expediente conversou com o jornalista, compositor, escritor e produtor Nelson Motta. Ele disse que aproveitou a quarentena para finalizar sua autobiografia. 'Vivi intensamente todas as fases da vida e o objetivo do livro é alegrar, divertir e emocionar as pessoas', afirmou. Nelson também lembrou a época em que trabalhou com João Gilberto, o pai da 'Bossa Nova', e o período da Ditadura Militar, que se instaurou no país durante sua juventude.

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